ARTEON

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Artista visual:Lobo da Costa: Obra: O Elemento invisivel viral inocente

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

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S é r i e C o r p u s V e r t Quadriptico


S é r i e C o r p u s V e r t Quadríptico: Same-sex Papel Kodak 50X50.


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Close relatives: Quadríptico: Papel Kodak 50X50

ARTEON Tribute to Acclaimed Swiss surrealist H. R. Giger, creator of the terrifying life forms and their otherworldly environment in the film classic ALIEN,

Abstrato eletrônico Modus Operandi


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O b j e t T r o u v é :Título: "O elemento invisível viral inocente". Autor da obra: Lobo da Costa Escultura - Objeto estético. "A simplicidade deste objeto é ambígua. Provocação do algo incomum, " un objet insolite" ! O que é este objeto? Para que é usado?"


Num dia qualquer, um transeunte cruza distraído o bairro da Urca, passa na praça da rua Lauro Muller  onde costuma jogar damas com os amigos de todos os dias após o expediente no caminho de volta do trabalho, e  já nem presta mais atenção às coisas que fazem parte do percurso.
Porém, em outro dia, repara um viés no tempo e no espaço, sente-se perdido e de repente observa sozinho diante de seus olhos o acréscimo de um objeto estranho, de função ignorada na forma de escultura, que chegou ao local de maneira inusitada quebrando a rotina visual do lugar. Ele se pergunta: O que é este objeto? Para que é usado? Próximo ao objeto há uma singela descrição que diz ser o "elemento invisível viral inocente".
Este objeto dialoga com a provocação do ato infinito do experimentador ao olhar a estrutura efêmera, extremamente frágil e pouco durável em sua geometria de formatação, questionando o seu "conteúdo interno" supostamente invisível, contido e aprisionado dentro de uma estética racionalizada e minimalista que simplifica o irreal.
O elemento invisível dialoga com o imaginário de seu experimentador,  remete ao ilusório entrelaçamento das questões difusas "do que pode ser", "do que parece que é, mas não é”," se “é inócuo e inocente mesmo, ou não” e com associações ambíguas e aleatórias como leveza, transparência , invisibilidade, equilíbrio, silêncio, vazio, ausência de futuro e viés de tempo e espaço.
A concepção de criação dos meus objetos obedece ao referencial de criação proposto por André Breton. Em sua definição, os mades são "objetos manufaturados elevados à dignidade de obras de arte através da escolha do artista”. Sendo propriamente objetos do cotidiano, porém de difícil percepção, encontrados em operações aleatórias sem uma procura específica ou encontrados ao acaso do simples olhar descompromissado que faz da experiência uma façanha lúdica, seu agrupamento de montagem parte da contemporaneidade, cuja poética social e antropológica lida com as questões de estranhamento da vida cotidiana pela modificação do olhar, do ambiente que se transforma com a presença estranha do mesmo e dos suportes empregados. Esse processo permite que haja uma modificação do campo imagético que pode ser recriado, juntamente com inúmeras possibilidades reais ou imaginárias, peculiares ao ambiente paralelo.
Uma vez que essas imagens são tomadas diretamente por mim, procuro modificar sempre que posso o campo imagético e muitas vezes o faço pela fotografia desse mesmo objeto, procurando observar um novo ângulo de alinhamento entre o fotógrafo, a câmera e esse objeto, com a intenção de provocar uma nova hermenêutica do olhar pela incitabilidade da cena, produzindo assim, uma nova formatação cognitiva ao olhar.



No caso proposto, a imagem do “objeto invisível viral inocente” interfere de alguma forma no tempo e no espaço. Refém do tempo, ele tem o fito de provocar os olhares do experimentador da arte em busca do despertar da imaginação, do lúdico, das percepções e principalmente pela simples curiosidade provocada sem que haja necessariamente uma resposta cabível para aquele objeto. Em tese, o mesmo apenas existe para provocar o transcender do olhar imaginário e cognitivo do indivíduo. 



quarta-feira, 6 de junho de 2012

Pensamento Crítico de Lobo da Costa sobre o Texto de Roberto Conduru "Arte e Modernidade - entre fins e recomeços": Com mediação de Bruno Melo Monteiro.


Bruno: Para iniciarmos a nossa discussão sobre o texto é preciso tomarmos como partida a pergunta feita por Roberto Conduru, que parece decisiva para o seu encaminhamento metodológico e que parece, também, justificar que o texto se tente impor pela generalidade e ampliação dos quadros social, econômico e cultural que envolvem o fazer artístico.

Conduru questiona:  “Existe um princípio capaz de dar sentido a um conjunto diversificado de realizações que reúne, por exemplo, os filmes de Louis e Auguste Lumière, as colagens de Pablo Picasso, os readymades de Marcel Duchamp, os espaços e móveis de Gerrit Rietveld,o sistema de pictogramas de Otl Aicher, as fotomontagens de David Hockney, os costumes de Issey Miyake, os vídeos de Bill Viola?”

Embora pareça duvidoso que haja uma resposta decisiva com a qual seja possível empreender uma síntese do trabalho de tantos e tão diferentes artistas, Conduru enseja uma entrada possível ao mencionar a mudança nos meios de produção que determinou toda nova estrutura daquilo que entendemos por modernidade não apenas na arte, mas na história dos últimos 2 séculos:  “Um dos traços característicos da modernidade é a troca do modo artesanal de fabricar o ambiente da vida humana pela tecnologia industrial. Passagem do artesanato à indústria que implicou mudanças não só no fazer artístico, nos modos de representar e no surgimento de outros tipos de obra, como também, sobretudo, na redefinição do estatuto da arte.” E continua:    “Em resumo, a esfera da arte não mais se caracteriza por técnicas, meios, modos de representar ou tipos de obra. Mas isso será factível? Tudo, qualquer coisa ou ação, pode ser efetivamente arte? Não seria isso o fim da arte, a sua dissolução? Ou o contrário: a constatação de que o coeficiente propriamente artístico das obras de arte não coincide com seus meios e tipos, devendo a esfera da arte ser definida para além deles.”

Pois essa parece ser a conclusão (ou a aporia) em que se sustenta o argumento que determina para o fazer artístico sua integração plena na sociedade e incorporação nos meios de produção que se sustentam ali. A dissolução da arte na vida representa o fim ou a generalização da arte. Em ambos os casos, deixa-se de lado a especificidade que justifica que cada trabalho citado no texto tenha uma atuação particular e percorra um perímetro definido dentro de seu campo de atuação. O didatismo de Conduru, de outro modo, nos tenta lançar a variedade dos fazeres e dos campos de atuação através do “exemplo”, idéia que parece clara nas listas e  nomes que atravessam todo o texto. Embora essas últimas linhas possam deixar suspeita uma crítica intencionada ao texto de Conduru, cabe reconhecer que o “método” nos revela a impossibilidade de apreendermos de uma vez o problema da arte na modernidade e se precisamos ir atrás de todos os nomes e reconhecer em cada experiência um valor definido para esse campo ampliado, comecemos nossa pesquisa pelos Videos de Bill Viola e procuremos no trabalho desse artista esses meandros da produção crítica e reflexiva, bem como os agentes econômicos que cercam esse trabalho.  

Lobo da Costa: Olá Bruno e Conduru espero não ser tardia minha contribuição ao debate. 

O texto do Conduru, requer filosofarmos sobre uma série de questionamentos que se repetem, não é de hoje, sendo o principal e mais infindável dilema, o seguinte: o que pode ser considerado arte ou não? Todavia, atrelado a este questionamento considero fundamental, refazer outro questionamento, qual seja: Para onde vai a crítica de arte?

'Observance',  video installation by Bill Viola, is back on display in the Walker Art Gallery. in April 2005 shortly after it was purchased with assistance from the National Art Collections Fund in 2004.

Lobo da CostaSegundo a crítica de arte Glória Ferreira, esse mesmo questionamento já era feita por Charles Baudelaire no século XIX: para que serve a crítica? Assim como as respostas a ela, essa é uma pergunta que não tem prazo de validade, mas parece emergir com mais força em alguns momentos.   

Lobo da Costa:Sobre o que é arte ou não, ou o que deve ou deveria ser, ou não, quem decide , ou qual instituição ou órgão, entidade religiosa ou não, é fato que, ter esse poder de decisão já não é mais cabível na contemporaneidade por diversas razões, particularmente considero que se houvesse essa delimitação seria o mesmo que solapar à própria arte, que já esteve antes ligada às estruturas do poder, mas tem hoje essa  vertente de possibilidade cada vez mais mitigada pela próprio amadurecimento da sociedade, cada vez mais questionadora e livre de condicionamentos.

Lobo da Costa:Feitas estas considerações iniciais, notei no texto do Roberto Conduru que, quase ele não menciona à terminologia da CONTEMPORANEIDADE, se limitando mais à terminologia do MODERNO. Indago, qual seria o motivo incógnito? 

Lobo da Costa:Particularmente, acho cada vez mais abertos os caminhos das artes visuais, sobretudo depois do advento da técnica da fotografia e do cinema das demais técnicas de reprodução e difusão  das imagens, que não podem mais sofrer limitações ou ficarem restritas à alguma técnica ou experiência específica ,razão pela qual considero cada vez mais, o fazer artístico um ato livre, incondicionado e difuso, e por isso, evidentemente, cada vez mais perto do indefinível, sob o ponto de vista de enquadramento de uma definição taxativa e estanque  do que deva ser, ou possa ser considerado Arte ou não, sendo um fator independente e dissociado logicamente dos aspectos ligados ao estilo próprio ou de característica de cada criador como artista. Por conta desta abertura progressiva, não dá para comparar diversos processos artísticos do passado, com os do presente e até de um futuro próximo, porque cada arte ou artista, pode seguir ou não o seu próprio tempo, ou até independer de referenciais de tempo e espaço, adentrando inclusive como sabemos, no campo do imaginário e da abstração. 

Lobo da Costa:Adrede a este fato, considero o fazer artístico todo ato livre que é capaz de, com sua criação construir uma base de pensamento, ou reflexão, não importa à técnica ou à forma de expressão usada, oque de certa forma vislumbrei em conexão com o que diz Conduru, quando menciona in verbis:  

"...o que se verifica é a crise no âmbito da produção do real. Diante do declínio incontornável do artesanato e da impossibilidade de a indústria prover uma lógica minimamente aceitável de gestão ambiental, a arte passa a funcionar não mais como um exemplo para as demais ações, coisas e lugares, e sim como paradigma crítico dos modos de agir e pensar humanos. Não pode , portanto, se entendida como uma unidade formal que identifica artefatos e culturas - um estilo - constituindo um conjunto nada coeso de respostas de vieses artísticos aos problemas postos socialmente."

Lobo da Costa:Partindo deste viés, acredito hoje, mais do que nunca que na Pós Modernidade- acho esse termo mais adequado ao atual momento -  porque se espera o desafio do despertar do pensamento! Aceitar o pacto da desconstrução ou construção do novo, ou ainda da maneira habitual de ver e rejeitar o óbvio dos gestos já repetidos deveria fazer parte do novo paradigma em compreender a real dimensão do Pós Moderno ou do Contemporâneo, desse mesmo tempo de muitos, dos que se dizem "artistas na contemporaneidade". Acho que o "verdadeiro" artista deveria trazer conhecimento e poesia ao mundo, mesmo em uma época em que os valores poéticos já não são mais cultivados como outrora, ou capazes de transformar sob novas perspectivas de criação em artes para “outras realidades”, ou seja, para novas e inusitadas maneiras de compreender e reinventar uma nova realidade de vida, objetos e o próprio mundo, sob pena de não passar de meras "sobras" ou "sombras" ou ainda, é preciso dizer, cópias gestuais de artistas já consagrados! Na minha humilde opinião esse é o desafio, reconstruir o elo perdido da Modernidade, refletindo e partindo de toda às fases do pensamento artístico que à arte revelou e questionou, desde arte medieval passando pela arte renascentista , barroco e mais além movimentos e tendências, adentrando nas questões da modernidade - do qual evidencio não escapamos, para nos intitularmos Pós-modernos e atingir uma  versatilidade estética do contemporâneo, onde tudo parece estar num limbo á espera de alguma definição ou de uma resposta sobre nós mesmos onde há uma espécie de luta dicotômica entre o "bem" e o "mal" em paralelo com o que possa ser enquadrado ou rotulado de arte ou não arte!  Assim como acontece com Terminologias duais do tipo cultura e contracultura, quem é culto e quem não é? Tudo é arte ...nem tudo é arte?  

Lobo da Costa:Porém, mesmo com todas essas indefinições , fica mais um questionamento  - Por que as pessoas, em pleno século XXI e com todas as facilidades permitidas pela internet, ainda se interessam por obras de arte?  Assim respondo:  Mesmo com essa profusão imagética à disposição na internet, o comprador de arte sempre vai existir, por uma razão muito simples:  Nada se compara com uma experiência visual real!

Lobo da Costa:Nesta apertada análise, há contudo, elementos que considero prejudiciais e contaminantes aos que existem hoje em maior profusão e  muito embora, já existissem no passado, dizem respeito a um mercado - restrito - nem sempre elitista, que existe em função de uma demanda crescente que se potencializou para o futuro, na mesma proporção e pretensão do fazer artístico, são fenômenos como a mídia , a fama, o culto à celebridade, dentre outros fundamentais fatores inerentes ao mercado, e que são relevantes, mas que mesmo assim, ainda não são suficientes para discutirmos e elucidarmos os questionamentos que Conduru nos apresenta.  

E como diz o Gullar "
A Arte existe, PORQUE a vida não Basta! 


Nas palavras do próprio Danto (1964, p. 580):


“Vislumbrar algo como arte requer algo que o olho não pode desprezar – uma atmosfera de teoria sobre a arte, um conhecimento da história da arte: - mundo da arte .” 

Lobo da Costa: Percebo certa dificuldade de muitas personalidades do mundo das artes, público e até artistas,  de conceberem essa transição ou mudança/mitigação do padrão pictórico, e não aceitar, sob o ponto de vista estético, decorativo do senso comum,  que outra forma de arte mais progressiva adorne/decore os seus ambientes, é notável esse referencial quase como um costume para o cabível no padrão de feiras de arte em contraposição com os espaços das bienais, que ficam relegados quase ao patamar secundário, quando a lógica desse referencial deveria ser justamente o contrário.  Verifíca-se maior ênfase para um mercado restrito para muito poucos e um distanciamento da difusão da cultura nas bienais, que são frequentadas por quem " curte, compreende, ou entende o que é arte contemporânea.     

Lobo da Costa: Entendo de repente, esse viés como um indício de prova para o fato de que  hoje esse estranhamento, provém da "dificuldade de leitura e interpretação por essa maioria, independente de classificação de castas, que quando visita o espaço das artes, seja ele na forma de museu, bienais ou feiras de arte contemporânea, tem uma certa relutância de compreender o contexto e a mensagem ao qual à arte se insere, e muita vez rotula - arte, de não arte! 

Lobo da Costa: Pergunto: Seria este o fato, o de pertencer ao "mundo da arte" o ponto nodal para entendermos que nem tudo é arte e por certo, nem todos são artistas? Seria aceitável este referencial? 

Lobo da Costa: wrote in  www.pos-ead.senac.br 


domingo, 13 de maio de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

EXPRESSIONISMO ABSTRATO GEOMÉTRICO DE LOBO DA COSTA NA OBRA PROFUSÃO VERDE.





Título da obra: Profusão verde
Artista: Lobo da Costa 
Técnica: Acrílico sobre tela Dimensões: 50 x 50
Patrimônio: Coleção Particular do Artista



Eu imaginei  retratar o desmatamento amazônico. Acho impactante oque o homem vem fazendo com a natureza!   Com base nesta fotografia , desconheço autoria, me apropriei em momento de pesquisa sobre essa temática que me instiga a produzir mais!